domingo, 27 de setembro de 2015

Quando os Estados Unidos fabricam movimentos terroristas

Sanguessugado do Octopus

O Irão tem sido, nestes últimos anos, o principal inimigo do eixo Arábia Saudita-Israel, com o apoio do Qatar.

Nos últimos anos, o Irão viu os seus principais aliados na região serem vítimas de movimentos extremistas, a saber a Síria e o Iraque.

Como nada acontece puro acaso, a ameaça extremista transferiu-se de Al-Quaeda para um suposto grupo terrorista auto-proclamado Estado Islâmico.

A arábia Saudita e o Qatar são os padrinhos destes movimentos extremistas. Todos eles patrocinados pelos Estados Unidos para desestabilizar a região.

Primeira potência económica mundial e militar, os Estados Unidos poderiam acabar rapidamente com estes movimentos extremistas, mas não querem.

Os Estados Unidos, por forças militares interpostas, efectivamente bombardeiam as forças militares do Estado Islâmico, porque têm todo o interesse em fazer funcionar a sua economia militar, que representa uma parcela importante da sua economia.

Esse facto também é importante do ponte de vista da aceitação mundial como país defensor dos valores democrático e de liberdade.

Mas os Estados Unidos apenas realizam operações esporádicas, que não enfraquecem o auto-proclamado Estado Islâmico, que assim serve de propaganda anti-ocidental e por consequência serve os designos americanos de salvadores do mundo, alimenta a sua indústria de armamento e restringe as liberdades de possíveis Nações que teriam a veleidade de um qualquer protagonismo.

Estes movimentos extremistas servem na perfeição para enfraquecer as pretensões do Irão e invadir países.

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