segunda-feira, 27 de julho de 2015

Em carta a Marx, Engels diz que as sagradas escrituras hebraicas são registros árabes

Sanguessugado do Bourdoukan

Georges Bourdoukan

Tudo começou quando o saudoso Sérgio de Souza, fundador e diretor da Revista Caros Amigos, me telefona para dizer que tinha em mãos um texto de Engels a Marx que o deixara impressionado.

E que deixaria a mim muito mais ainda.

Na ocasião Sergio estava realizando a leitura final do livro Socialismo, uma utopia cristã ( 1.150 páginas – Editora Casa Amarela), do procurador da República Luiz Francisco F.de Souza.

Cheguei à redação de Caros Amigos e confesso que fiquei fascinado com a revelação do texto, eu que pensava já ter lido tudo do grande amigo de Marx.

Perguntei então ao Sérgio se ele conseguiria o original da carta. Imediatamente remeteu fax ao procurador que respondeu, no mesmo dia, enviando uma cópia, ainda em meu poder.

E outro dia, consultando o livro, eis que surge novamente o fax. E como na era da Internet praticamente tudo é acessível, realizei uma consulta pelo Google.

Dito e feito, localizei a correspondência e a repasso a quem tiver interesse.

Segue abaixo, o trecho da correspondência, como foi publicada no livro à pagina 333.

De Engels a Marx: (...)

“Agora está completamente claro para mim que as chamadas sagradas escrituras hebraicas não passam de registro das antigas tradições religiosas e tribais árabes, modificadas pela precoce separação dos hebreus dos seus vizinhos, parentes de tribos, mas nômades”.

E agora, como é que ficamos?

Longa vida aos irmãos judeus árabes que não se esquecem da origem

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