segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Somos um povo pacifico que nunca invadiu uma nação

Sanguessugado do Bourdoukan

Georges Bourdoukan

 

Antes de mais nada vamos esclarecer um fato.Não existe nenhum conflito na Palestina como insiste a mídia mal informada ou mal intencionada.

O que há é uma ocupação e, portanto onde se lê conflito leia-se resistência.

Resistência dos semitas palestinos contra o ocupante euro-israelense.

Se os israelianos (governantes arianos de Israel), não entenderem isso, e entender isso significa abandonar os territórios ocupados, não haverá a mínima possibilidade de paz.

O que é lamentável.

Sou daqueles que entendem que o diálogo é sempre o melhor caminho. E o melhor caminho, se me permitem, tanto para israelenses como palestinos é a criação de um Estado único, laico e democrático onde todos possam conviver sejam eles ateus, cristãos, judeus, muçulmanos ou quem mais.

Nada de Estado teocrático.

Não generalizando, mas a religião só tem servido para o usufruto aos oportunistas.

Basta consultar a História.

Na impossibilidade momentânea de um Estado único, sugiroproposta com 10 pontos, que poderá ajudar na resolução do “conflito” entre israelenses e palestinos.

1-Demolir o muro erguido para segregar os palestinos, atitude que envergonha qualquer nação civilizada;

2-Devolver todos os territórios ocupados a partir de 1967;

3-Reconhecer o direito dos palestinos ao retorno;

4-Respeitar e acatar as Resoluções da ONU para a região.

5-Definir suas fronteiras porque até agora Israel é o único país do mundo sem fronteiras definidas, ocupando três países (Palestina, Síria e Líbano);

6-Seguir o exemplo dos palestinos e criar uma Constituição;

7-Abolir de vez o crime hediondo de tortura, legitimado por sua Corte Suprema;

8-Punir os militares que assassinam adolescentes palestinos para a extração de órgãos, pratica essa denunciada por Hanna Friedman, dirigente do Comitê Público Contra a Tortura em Israel.

9-Abolir as barreiras e os postos de vigilância que impedem os palestinos de ir e vir;

10-Punir exemplarmente seus soldados que utilizam crianças palestinas como escudos humanos.

Feito isso, os israelenses terão os palestinos como principais aliados e parceiros, colocando um ponto final nesse conflito que já dura mais de 60 anos.

Em seguida, os israelenses completarão esse acordo, sempre em parceria com os palestinos, com a reconstrução dos hospitais, escolas, estradas, além, naturalmente, de dividir eqüitativamente a água, tão importante para os dois países.

Poderão ajudar também na reconstrução das casas demolidas por seus buldozers e abolir o castigo coletivo.

Como se vê, a aplicação desses pontos é simples, basta vontade.

As novas gerações agradecem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários são como afagos no ego de qualquer blogueiro e funcionam como incentivo e, às vezes, como reconhecimento. São, portanto muito bem vindos, desde que resvestidos de civilidade e desnudos de ofensas pessoais.
As críticas, mais do que os afagos, são benvindas.