quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Seqüestrados e maltratados por mais de 300 anos. E fica por isso mesmo?

Sanguessugado do Bourdoukan

Georges Bourdoukan

Vou aproveitar esse dia 20 de novembro quando se celebra o Dia da Consciência Negra para abordar um fato histórico e uma injustiça centenária.

E fazer uma comparação.

O fato histórico trata da escravidão no Brasil.

E a injustiça centenária, o racismo.

Durante 300 anos o Brasil viveu às custas do sofrimento dos negros, que foram seqüestrados de suas terras africanas, para trabalhar como escravos.

Mais de 300 anos.

E até hoje eles ou seus descendentes não foram indenizados e até hoje sofrem preconceitos.

Repito: sofrem preconceitos e não receberam nenhuma indenização.

Enquanto isso, os judeus que trabalharam sob o regime nazista, recebem até hoje indenizações.

Por que uns recebem e outros não?

Os negros, ora os negros, vivem ainda sob o jugo dos brancos.

Ou alguém acredita que o Brasil não é um país racista?

O dramático nisso tudo é que os judeus, que se dizem vitimas, hoje perseguem os negros na tribo de Israel.

E não satisfeitos, assassinam semitas palestinos, preferencialmente mulheres, idosos e crianças.

E recentemente até bebês.

Mas eles são brancos e fazem parte da elite mundial.

Portanto não estranhem.

Mas o que eu quero saber, e vou insistir sempre nisso, por que até hoje, passados mais de 300 anos do martírio dos negros, o governo, seja de que matiz for, sequer se preocupou em colocar a questão da indenização em discussão?

E que fique claro que indenização nenhuma pode amainar a mancha e o sofrimento.

Mas ela serve como o reconhecimento dessa vergonha histórica que persiste até hoje.

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