sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

O retrato desavergonhado das elites brasileiras

Sanguessugado do  Georges Bourdoukan 

Mais um capitulo da história das elites brasileiras



                            Mangabeira beija a mão de Eisenhower no parlamento brasileiro

 "Em nome do país (...) inclino-me respeitoso diante do General Comandante-Chefe dos Exércitos que esmagaram a tirania, beijando, em silêncio, a mão que conduziu à vitória, as Forças da Liberdade".

Eis Otávio Mangabeira, lídimo representante da elite, beijando a mão do general presidente dos EUA Eisenhower em pleno parlamento brasileiro.

Sabe-se que tamanha subserviência aos poderosos sempre fez parte daquela que se considera produto de “nobre estirpe”, que tem por raiz os degredados.

Subserviência aos poderosos, brutal com os excluídos.

Submissão e brutalidade.

Otávio Mangabeira não era qualquer um das elites.

Era a  elite em sua plenitude.

Foi deputado federal, governador da Bahia, senador, um dos fundadores da UDN e membro da Academia Brasileira de Letras.

O beija-mão começou com Pero Vaz de Caminha e continuou com os escravagistas.

Atualmente seus descendentes buscam abrigo no último reduto que lhes resta.
A mídia corporativa.

Não suportam nem o cheiro da graxa e nem o barulho dos tornos.

Até aí nada de novo.

Já houve um general que preferia o cheiro de cavalos...


Mais um capitulo da história das elites brasileiras

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