sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Fodeu a boca da égua: o ovo da serpente chocou e dele saiu o caos

Sanguessugado do Tijolaço

República de Curitiba peita Janot e Gilmar e vaza mais da “delação que não existe” da OAS 

Fernando Brito

vejapeita

A República de Curitiba tomou o freio nos dentes, como se diz dos cavalos que já não obedecem às rédeas.

A capa da Veja que vai às bancas é um desafio aberto ao Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, e ao Ministro Gilmar Mendes.

Deram uma no cravo – açulando o indiciamento de Lula pela Polícia Federal – e desceram o malho na ferradura: o comando (se é que se pode ainda chamar assim)  da PGR e sobre Gilmar Mendes, que havia se insurgido contra o vazamento de uma insinuação infamante contra o também Ministro do STF Dias Tóffoli.

Desta vez não foi um vazamento, foi uma enxurrada de lama, uma espécie de estouro da barragem da Samarco, atirando lama sobre Lula, Dilma, mas também Aécio e Serra.

Janot disse publicamente que “nunca entraram” na Procuradoria os “anexos” da delação que a revista – ainda não tenho o texto – anuncia aos magotes em sua capa.

Popularmente, “jogaram no ventilador”.

Não “toparam” a amenizada de Gilmar, desde ontem.

E, de novo, a Veja é o veículo que mais se presta a publicar, com escândalo, o que lhes serve politicamente.

Quando se tiver acesso ao conteúdo, a partir do que ocorreu na edição anterior, é provável que se veja que muito – ou tudo, como na semana passada – sejam alegações sem prova.

Suposição que o “jornalismo” da revista há muito justifica.

Vai ficando completamente evidente que a Força Tarefa  joga no caos, quem sabe esperando que dos escombros da República surja “A lenda” para reinar sobre as ruínas.


Deixo à criativa imaginação do leitor imaginar quem seja.

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