segunda-feira, 22 de agosto de 2016

DUELO DE TITÃS: Toffoli x VEJA (falta de ética e imoralidades: quem leva o prêmio?)

feicibuqui da Maria FernandaArruda
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Dias Toffoli consegue competir com a revista Veja em termos de ausência de ética e prática reiterada de imoralidades.

Os ministros do STF padecem nos tempos atuais tanto na ausência de moral ilibada quanto de saber jurídico.

Mas, Dias Toffoli se destaca: já havia sido réu em dois processos que envolviam imoralidades.

 Foi empossado em 23/10/ 2009, em solenidade presidida pelo então presidente do STF, Gilmar Mendes, com cerca de mil convidados presentes, entre eles, o presidente Lula, o vice-presidente José Alencar, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, vários governadores, entre eles José Serra (São Paulo), os presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara dos Deputados, Michel Temer.

Essa festa inédita nos anais do STF provou polêmica por conta de um patrocínio de 40 mil reais da Caixa Econômica Federal. Defendido pelo ministro Marco Aurélio Mello, declarou que não estava a par dos fatos, e que a festa não fora de sua iniciativa. Gerou polêmicas.

Em 9 de abril de 2015, o procurador da Fazenda Nacional, Matheus Faria Carneiro, protocolou no Senado Federal o segundo pedido de Impeachment de Dias Toffoli, alegando crimes de responsabilidade por ter participado de julgamento que deveria ter declarado suspeição. O procurador cita o caso específico do Banco Mercantil, onde o ministro contraiu empréstimo em 2011. Posteriormente, Toffoli participou de julgamentos que envolviam o banco.

Dias Toffoli não é flor que se cheire. Quanto a VEJA, sabemos seu caráter de imprensa marrom, que já deveria ter sido processada e tido as portas fechadas e lacradas, inlusive por ser controlada por capital estrangeiro, contrariando a Lei de Imprensa.

Que agora esteja interessada em provocar escândalos em torno de um "ministro" do STF é comportamento coerente com o seu passado enlameado por mentiras e calúnias.

O que há de novo nesse escândalo : juristas protestam.

Protestam em termos veementes, quando calados permaneceram, quando as calúnias eram dirigidas a Lula e a Dilma.


Para tais "juristas", a toga importa mais do que a Justiça. Fato!

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