segunda-feira, 8 de agosto de 2016

A capa da fôia ditabranda, a bala de prata, Serra e a lava jato

GilsonSampaio



Quando vi essa capa da fôia ditabranda me liguei direto e reto na conexão tiro de prata - bala de prata - lava jato-Serra.

Hoje, os jornais ignoraram solenemente a denúncia de Odebrecht, o que somente reforça a minha opinião de que o movimento da fôia ditabranda não foi "democrático", nem de "isenção jornalística" , ainda mais que até minha ameba lobotomizada sabe do conluio do jornal com Serra, o mitômano.

"Tiro de prata" é um recado bala de prata para encerrar a lava jato, como Moro já anunciou dezembro como prazo para o encerramento da operação.

A Construtora Odebrecht não foi criada na última década. Outro delator "premiado", Nestor Cerveró, em vídeo demonstra seu espanto quando denuncia tucanos e delegado faz de conta que não ouviu.


Tal como ocorreu no caso Banestado que foi encerrado quando a água bateu na bunda dos tucanos e da elite financeira, essa capa foi a senha para a tramóia.

Uma questão e um esclarecimento importante.

Porque Aloysio Biondi, O Brasil Privatizado I e II; e Amaury Jr,, Privataria Tucana, livros que denunciaram a corrupção tucana, não foram processados por calúnia, injúria e difamação?

Flávio Bierrenbach acusou Serra de corrupto, lá nos tempos de Montoro. Serra abriu processo contra o ex-amigo por injúria, calúnia e difamação. Bierrenbach não se retratou e pediu direito de exceção, instituto jurídico que permite ao acusador produzir provas. Serra acabou com o processo.

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