domingo, 24 de julho de 2016

Organização mafiosa Globo quer o fim da gratuidade nas universidades públicas

GilsonSampaio



Organização mafiosa Globo quer o fim da gratuidade nas universidades públicas.

Faz todo sentido, foi contra todas as iniciativas que dessem oportunidade os menos favorecidos. E, também, é claro, onde já se viu a burguesia disputando vaga com pobres!- que os caríssimos cursinhos sejam o próprio vestibular.

Não à toa que o editorial vem no rastro do famigerado Escola Sem Partido, alienação total, geral e irrestrita, estratégia para manter os privilégios da casta endinheirada - elite financeira.

Coisa típica de quem não tem compromisso com o país, muito menos com o próximo, visto apenas como mão de obra.

Ao contrário de países evoluídos e que a questão 'soberania' é guardada como cláusula pétrea, a organização fascista na sua cegueira obsessiva não percebe que está armando um tiro que sairá, inexoravelmente, pela culatra.

Pós-doutorado já não tem bolsa, agora a universidade pública, querem que seja paga.

E os coxinhas paneleiros não se emendam.



Em editorial publicado neste domingo (24), o jornal O Globo defende o fim do ensino superior gratuito no Brasil como uma forma de equilibrar as contas públicas.

“Por que não aproveitar para acabar com o ensino superior gratuito, também um mecanismo de injustiça social? Pagará quem puder, receberá bolsa quem não tiver condições para tal. Funciona assim, e bem, no ensino privado. E em países avançados, com muito mais centros de excelência universitária que o Brasil”, diz o texto.

“O momento é oportuno para se debater a sério o ensino superior público pago. Até porque é entre os mecanismos do Estado concentradores de renda que está a universidade pública gratuita. Pois ela favorece apenas os ricos, de melhor formação educacional, donos das primeiras colocações nos vestibulares”, continua.


“Já o pobre, com formação educacional mais frágil, precisa pagar a faculdade privada, onde o ensino, salvo exceções, é de mais baixa qualidade. Assim, completa-se uma gritante injustiça social, nunca denunciada por sindicatos d

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