domingo, 22 de maio de 2016

O exemplo inglês


O batalhão jornalistico já atua com disciplina militar na defesa da "nova política externa" praticada pelo senador tucano José Serra, o office boy dos esteites, agora chanceler.

Na campanha jornalística é comum ouvir que um dos absurdos da diplomacia brasileira nos últimos anos é que o Brasil possui mais representações diplomáticas na África que a própria Inglaterra, rainha do colonialismo por dois séculos naquele continente.

Ouvi agora esta pérola na boca educada de Jorge Pontual no canal oficial do golpe, a Globonews. 

Mas ele não é o único, advirto.

Os jornalistas praticam a ordem unida com disciplina que o mando militar inveja.

Melhor ainda: o fazem livremente.

Na campanha jornalística, tudo funciona como se o Brasil não pudesse ter ação internacional acima dos países imperialistas.

No caso, se os ingleses não podem (ou não querem) abrir embaixadas lá, por que o Brasil poderia?

O batalhão da liberdade de imprensa ignora que a maioria da população brasileira é negra e, portanto, a diplomacia brasileira teria razões de sobra para maior atuação no continente africano.


Enfim, o que seria de nós sem o exemplo inglês?

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