sábado, 30 de abril de 2016

Agora, Ministro Teori? Ainda assim, sem data determinada.

GilsonSampaio

Há quase 4 meses o PGR pediu o afastamento do bandido que preside a quadrilha da câmara e somente agora ante a calamidade do bandido assumir a presidência o Ministro relator, Teori Zavascki, acena em colocar em pauta o julgamento do bandido. 

Ainda assim, sem data determinada.

Além de ladrão, o bandido é acusado de ameaçar deputados e de obstrução da justiça.

Liberdade absoluta para  um  criminoso promover o impeachment da presidenta sem uma acusação de corrupção ou desvio de conduta.

Data vênia, maxima data vênia, Ministro, mas Vossa Excelência foi conivente com o golpe.

STF decidirá se Cunha pode assumir Presidência interinamente



André Richter 


O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse hoje (28) que o plenário da Corte vai analisar se o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, poderá assumir a linha sucessória da Presidência da República no caso de eventual afastamento da presidenta Dilma Rousseff, por meio do processo de impeachment. Zavascki é relator do pedido feito pela Procuradoria-Geral da República, em dezembro do ano passado, para afastar Cunha do cargo.

Caso o Senado aprove a admissibilidade do impeachment e, consequentemente, o afastamento de Dilma do cargo por 180 dias, Michel Temer, atual vice-presidente, assumiria o cargo e Cunha seria o primeiro na linha sucessória, exercendo na prática as atividades de vice.

A dúvida é saber se Eduardo Cunha poderá ocupar o cargo sendo réu em uma ação penal no STF, por suspeita de receber U$S 5 milhões em propina resultante de contratos de navios-sonda da Petrobras.

A Constituição proíbe que um réu assuma uma cadeira no Palácio do Planalto, mesmo de forma interina, no caso de uma viagem de Temer para fora do país, por exemplo.

Questionado sobre o assunto, Zavascki disse, ao chegar para sessão de hoje do Supremo, que “isso é um assunto que precisa ser examinado” e que levará o fato para julgamento na sessão em que a Corte deverá analisar o pedido para afastar Cunha do cargo. A data não foi definida.

Para justificar o pedido, o procurador citou 11 fatos que comprovariam que Cunha usa o mandato de deputado e o cargo de presidente da Câmara para intimidar colegas, réus que assinaram acordos de delação premiada e advogados.


Edição: Beto Coura

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