quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Zika: como sobreviver a mais uma pandemia

Sanguessugado do Octopus




 



 Para sobreviver ao vírus Zika a primeira coisa a fazer é não entrar em pânico com a propaganda mediática e tentar ver, mais uma vez, o que está por trás desta nova pandemia global.





OMS picada pelo vírus Zika...

Nos últimos anos, as autoridades sanitárias internacionais têm sido proliferas em anunciar pandemias, basta relembrar a gripe das aves. Um dos objectivos escondidos é de criar o pânico e propor soluções que passam por restrições às liberdades individuais, como a liberdade de circulação, novos fármacos ou vacinas.


A OMS parece ter sido picada, desta vez, pelo mosquito transmissor do Zika. Cada vez que dispara o alarme da OMS, a sociedade inteira, e os seus hábitos quotidianos, ficam sob suspeita e os higienistas do costume aproveitam para impor as suas regras e os seus produtos.




Uma doença banal.

Não se percebe muito bem, mais uma vez, a não serem interesses ocultos, que seja declarada uma perigosa pandemia global neste caso, quando o vírus Zika apenas provoca uma doença banal, semelhante a um síndrome gripal, não mortal.


3/4 dos infectados pelo vírus Zika são assintomaticos, o 1/4 restantes apresentam banais sintomas gripais que desaparecem em dois ou sete dias sem deixar qualquer sequela.


A única preocupação será então, e apenas, o risco de microcefalia nos recém-nascidos de mães portadoras da doença, mas essa relação não está totalmente esclarecida.


Dos 3448 casos de microcefalia referenciados, no Brasil, apenas foram confirmados 270 e unicamente 6 das mães eram portadoras do vírus Zika. Relação de causa-efeito? Só nesse mesmo ano, nos Estados Unidos, foram diagnosticados 25 000 casos, sem que isso tenha suscitado qualquer alarmismo.


O Brasil é o maior consumidor mundial de pesticidas, ora existe uma relação estabelecida entre os pesticidas e a microcefalia.




 





A caminho de uma sociedade asséptica.

Vivemos numa sociedade em que de tanto minimizar os riscos, acaba por promover o risco de se tornar esterilizada e demasiado asséptica, e em que a menor infecção promove uma doença. A falta de contacto com as bactérias e vírus habituais do meio ambiente, faz que qualquer ser, higienizado pela sociedade, se torne num alvo potencial de doenças.


Se acrescentar-mos a isso a higienização mental promovida pelos media ao serviço do lobby farmacêutico, temos a perfeita combinação de humanos debilitados, apáticos e receptivos a qualquer pânico vindo de instituições não eleitas e subvencionadas pela indústria farmacêutica, que as sustêm, como no caso da OMS.


Temos de encontrar um sistema em que as pessoas sejam informadas, por organizações independentes, sem terem necessariamente de entrar  em pânico. É um pouco como a meteorologia, que de início, de tanto informar as pessoas com sucessivos alertas vermelho, que não se  concretizavam, banalizaram o que deveria ser um alerta.


No caso das pandemias, de tantos alertas falsos, promovidos por interesses económicos, vão-se tornando banais, diminuem o seu impacto, até que um dia uma verdadeira pandemia não será levada a sério.



Voltando ao caso da pandemia do vírus Zika, temos de aprender a não ter medo de mais uma pandemia que, poderá ter sido construída e planear para beneficiar objectivos políticos, geo-estratégicos e seguramente económicos

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