terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Vírus Zika e eugenismo

Sanguessugado do Octopus


Vivemos numa sociedade global, como sem vivemos, a diferença é que existe uma política globalista que visa o condicionamento individual em nome de uma ideologia castrante, em que o indivíduo se submete às elites dominantes.

Buraco de ozono, vacas loucas, aquecimento global, gripe das aves e outras balelas...


Recentemente, tivemos o famoso buraco de ozono, que pouco já se lembram mas, que teve como efeito uma mudança progressiva dos nossos hábitos de vida moldados por os CFC culpados de todas as desgraças.


Veio-se a perceber que tudo não passava de mudança com interesses económicos, além de nos culpabilizar. Chegou-se mais tarde à conclusão de que os níveis de ozono tinha uma variação natural nos polos, nomeadamente no Antártico.


Depois tivemos a aberração da doença das vacas loucas, promovida pela alimentação contra-natura de vacas com alimentação de resíduos animais, quando são vegetarianas.


Continuamos com actualmente com a mentira do aquecimento global, de causa humana, agora transformado em "alterações clímáticas", para explicar a nossa culpa de ter nascido e de existir.


Passamos depois pela gripe das aves que não passou de um "flop" mas que no entanto mudou os nossos hábitos de vida. Uma pandemia global que lucrou vários milhões de euros às empresas farmacêuticas, tendo ajudado a fomentar a ideia que as vacinas são a solução de todos os males.


 









Chegou a vez do vírus Zika...


Agora temos o vírus Zika, mas rapidamente descobrimos que esse vírus, detectado em 1947 no Uganda, onde não era mais que um qualquer outro vírus, sem qualquer relevância, foi em 1952 sequenciado e realizada uma vacina para o combater, pela Rockfeller Foundation, cuja vacina patenteada está venda por 600 euros.


Sabemos igualmente que a empresa britânica Oxitec, patrocinada pela fundação Bill Gates, realizou a libertação de milhões de mosquitos geneticamente modificados na zona em que justamente o foco do vírus Zika se iniciou no Brasil. Esses mosquitos era modificados para, teoricamente, lutar contra a Dengue e a febre amarela. Mas algo falhou...


De repente, instalou-se uma pandemia global. O pânico, mais uma vez, está instalado a nível mundial. Fala-se da necessidade de uma vacina (que já existe), e mais uma vez apesar de ser responsável apenas por uma febricula banal tem um problema específico não banal: provoca o nascimento de crianças com microcefalia.



Este é, no fundo o único problema: o nascimento de crianças "anormais" que não correspondem aos padrão humanamente estabelecidos, e que portanto têm de ser eliminadas à nascença.


O aborto preconizado a escala local, e brevemente mundial, faz com que possamos selecionar o que consideramos "normal" e eliminar o que consideramos "anormal".


Este tema não é de pouca importância, passamos a uma etapa seguinte: seleccionar quem deve ou não deve ter direito a viver.


Mais uma vez temos a informação deturpada pelos media, depois temos a necessidade de uma solução a grande escala e por fim uma função pedagógica para essa solução.




 





A eugenia foi um termo criado por Francis Galton para se referir a uma pessoa "bem nascida", ele próprio definiu-a como "o estudos de agentes sob controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente".



A eugenia é uma teoria que procura produzir uma selecção nas comunidades humanas, baseada em leis genéticas que visa o controlo da reprodução. (Dicionário Houaiss).

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