terça-feira, 6 de outubro de 2015

COLOCANDO ORDEM NA SURUBA SÍRIA

Via feicibuqui Francisco Costa

Antes de entrar no assunto, vamos aos primórdios da suruba: a Síria era um país próspero, democrata, com um governo legitimamente eleito, na santa paz de Deus, de Alá, para uma parte da população, e do Deus católico, para outra, que conviviam bem, em harmonia, até que o governo sírio resolveu permitir que os russos construíssem gasodutos em seu território, para levar petróleo e gás para a Europa Ocidental.
Atendendo aos interesses das grandes petroleiras (Exxon, Shell...), as potências ocidentais desestabilizaram o país, primeiro com as nossas conhecidas passeatas lideradas por mascarados, depois usando o PSDB local, e finalmente intervindo militarmente, financiando forças mercenárias, recrutadas na Arábia Saudita, pagas pelos ingleses e norte americanos.
Logo o conflito se generalizou, culminando com invasão, pelo exército islâmico, terrorista, cruel, fundamentalista.
A título de combater o Exército Islâmico, a Força Aérea norte americana bombardeou alvos islâmicos e sírios, instalações civis e instalações militares, indistintamente, para não perder a viagem, numa política de terra arrasada: expulsa os islâmicos e ocupa, a título de reconstruir o país, colocando um governo servil aos interesses ocidentais.
Os israelenses foram mais objetivos: a título de combater o exército islâmico, do qual é aliado, bombardeou alvos sírios.
A Rússia, que até então manteve-se afastada, limitando-se aos protestos, na ONU, contra a covardia anglo/sionista/norte americana, resolveu entrar no conflito.
Em 24 horas fez o que os americanos não fizeram em 4 anos: com operações cirúrgicas, precisas, de ataque, seus caças desmantelaram o núcleo do Exército Islâmico e, de quebra, colocaram as esquadrilhas de caças sionistas para correrem, sem a necessidade de abater nenhum (como se diz no baixo clero: quem tem, tem medo).
Os chineses já avisaram que também vão intervir, para por ordem na casa, leia-se acabar com o conflito, devolver o país ao seu governo legítimo, eleito pelo povo, e colaborar na reconstrução do país, reedificando as escolas, hospitais e demais órgãos públicos, dando assistência material e econômica às vítimas, reconstruindo as casas, para o retorno dos refugiados.
Agora, a coxada, fazendo eco da mídia brasileira, vai dizer que os comunas invadiram mais um país, para erradicar Deus e matar o povo.
Francisco Costa
Macaé, RJ, 06/10/2015.

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