segunda-feira, 25 de maio de 2015

Gerúndio

Via Revista Consciência.net

Gerúndio

Thaís Sá Fortes

Dá um trabalho fodido “estar”, não é? Pois este, é o movimento de compreender o que é “ser”, com o advento da desconstrução e refazimento. É se curvar em pé diante das fragilidades e potencialidades e dia após dia, reinventar.

E no caminho, a gente vai despertando a raiva projetada dos preguiçosos. Eu estou exausta e gostaria de dizer isso num brinde a quem se propôs a dar conta da existência, seja como for. Um beijo as corajosas e corajosos.

Deixo esse vídeo, recheado com o amor que posso, aliás, com a ética (o primeiro está em questionamento embrionário):

 

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