terça-feira, 28 de outubro de 2014

Violento editorial do JB contra a canalha bancária e seus apêndices argentários

GilsonSampaio

Editorial duro do jornal contra a canalha bancária, peca por não colocar na mesma cesta os argentários que vivem de juros da dívida pública.

Ontem mesmo no jornal noturno da grobo o bloco de economia foi dedicado inteiramente à defesa do mercado.

Foi como se o país, propriamente, não existisse.

Pra essas pouquíssimas gentes o país é apenas um meio para saciar suas ganâncias incontroláveis.

Via Jornal do Brasil

Eles continuam jogando contra o interesse nacional

O que eles esquecem é que nós somos 200 milhões de habitantes e consumidores. Não serão eles, afilhados da truculência suja do mercado financeiro, que vão abalar as estruturas democráticas do país.

O Brasil não pode aceitar que quatro ou cinco bancos estrangeiros ligados a um ou dois bancos brasileiros, revoltados porque não se apropriaram do Brasil na eleição do candidato que eles tentaram fabricar, joguem com tanta violência contra o interesse nacional.

O que esta quadrilha quer é associar esse momento de dificuldade na área econômica, a que o Brasil resistiu bravamente por nove anos com os escândalos e denúncias na Petrobras, com a necessidade de aprovar reformas no Congresso. Esta quadrilha quer que o pânico que sofre o mercado bursátil venha a repercutir em notícias escandalosas da imprensa para tentativa de desestabilizar não só este fim de mandato, mas também tentar ameaçar o início de um novo mandato.

Esse gangsters ainda não entenderam que o mercado brasileiro só atinge menos de 0,1% da população brasileira. O Brasil sabe que o que eles querem e que se afastem do país os investimentos estrangeiros.

O que eles esquecem é que nós somos 200 milhões de habitantes e consumidores. Não serão eles, afilhados da truculência suja do mercado financeiro, que vão abalar as estruturas democráticas do país.

Apuradas as denúncias e identificada esta quadrilha, ela merece no mínimo o sequestro do patrimônio dela em nosso país.

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