segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Um sentimento sobre as eleições

feicibuqui da  Elaine Tavares

 

Terminada a batalha eleitoral, que faz assomar o que há de mais feio e também de mais belo em cada um, a vida segue sua “deriva”. Para quem sonha com um mundo diferente, livre do capitalismo, a estrada é ainda mais longa e árdua. Seguiremos lutando. Sem ir para Cuba, como querem alguns, sem ir para Venezuela ou Uruguai. É bem aqui, onde vivemos e amamos que continuaremos nossa construção solidária e amorosa. A luta de classe não é uma coisa que nós inventamos por sermos belicosos. Ela existe porque há os que são donos dos meios e os que vendem sua força de trabalho, sendo explorados. Ninguém, em sã consciência pode achar bom ser explorado. Por isso, a luta contra opressão. Queremos a “terra sem males”, o “sumac causai”, a vida boa e bonita. O projeto petista não é suficiente e não creio que dará a guinada para a esquerda, embora a máquina ideológica da direita insista em chamar o governo de “comunista”. O PT não é comunista, quem dera fosse...

Por outro lado, o projeto do PSDB, como ficou claro, é a proposta da elite brasileira, insaciável, preconceituosa, intolerante que, por coisas difíceis de explicar, acaba atraindo gente da classe trabalhadora. E pior, fazendo assomar nela os sentimentos mais terríveis contra aqueles que deveriam ser seus companheiros.

De minha parte, seguirei na luta cotidiana, sempre apontando para os valores que formam o arcabouço socialista: solidariedade, cooperação, reciprocidade, equilíbrio, comunhão com a natureza. Assim, vamos lá... Como diria Kirk: “em velocidade de dobra, audaciosamente indo onde ninguém jamais esteve”...

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