terça-feira, 30 de abril de 2013

Ao quilo: guerra a serviço do tráfe(i)co de órgãos

Sanguessugado do Informação Incorrecta

A guerra é um negócio.

O canal televisivo libanês Al-Mayadin publica uma reportagem que tem como base fontes turcas, segundo as quais existe uma rede que opera no âmbito do tráfego de órgãos humanos. A rede opera em vários Países e vê envolvidos elementos da Turquia, da França e dos Estados Unidos.

Segundo o analista turco Barakat Fares, o tráfego de órgãos não é uma novidade na Turquia, onde existe há anos uma rede sionista activa em particular no sector do fígado e dos rins.

A guerra na Síria teria intensificado as operações perto da fronteira entre Turquia e Síria, onde seria possível actuar com relativa "tranquilidade"; e mesmo no interior da Síria há pessoal médico de várias nacionalidades que utiliza as unidades móveis de primeiro socorro para recuperar órgãos.

Os "doadores" não seriam apenas cadáveres, mas também civis feridos, cujos órgãos seriam sucessivamente enviados para a Turquia. Segundo as notícias, os terroristas que matam na Síria, em particular no Norte do País, receberiam prémios em dinheiro (6.000 Dólares) por cada ferido enviado para além do confim de forma ilegal.

Para confirmar estas notícias, o site internet de Al-Mayadin disponibiliza os testemunhos de alguns paramédicos e de parentes que viram os corpos de entes queridos devolvidos após terem sido privado de algumas partes.

Por enquanto, a associação de médicos turcos já expulsou seis dos próprios associados envolvidos neste rentável negócio.

Ipse dixit.

Fonte: Al-Mayadin

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