terça-feira, 31 de janeiro de 2012

PM de São Paulo é a milícia da tucanalhada

GilsonSampaio

“Você volta e manda sua presidenta falar comigo” - Paulo Maldos (secretário nacional de Articulação Social)

Cria da ditadura militar que assombrou o país por 21 anos e, porisso, tem na sua conformação ideológica o traço truculento das viúvas da ditadura, a PM paulista se tansformou numa milícia a mando da tucanalhada. Os fatos estão na mídia, até mesmo naquelas beneficiadas através de compras generosas de seu produtos por sucessivos governos tucanos: repressão aos professores, invasão da USP, Cracolândia e Pinheirinho, exercícios de violência intimidatória explicítos. (Um em cada cinco mortos é vítima da PM – Fôia Ditabranda)

A PM paulista é uma força  a serviço do PSDB, foi transformada em mílícia do partido social-democrata(?).

Sanguessugado do Viomundo

Depoimento parcial de Paulo Maldos, secretário nacional de Articulação Social, durante audiência pública na Câmara Municipal de São José dos Campos sobre a desocupação violenta do Pinheirinho

Transcrição publicada no blog Partido da Imprensa Golpista, sugerido pelo professor3f

Boa noite. Eu queria esclarecer que a minha presença naquela manhã se deu devido a um acordo da Presidência da República porque entendemos que haveria um tempo de 15 dias de estudar uma solução.

Como havia este tempo, a partir daquele final de semana iríamos trabalhar já a partir daquele momento. Trabalhavamos junto ao prefeito, ao governador. Eu fiquei incumbido de falar com a comunidade. Procurar as alternativas. Construir casas. Procurar terrenos. Solucionar. Eu vim numa missão de escuta. Tinha marcado nove da manhã, ainda por celular soube que havia um cerco na comunidade.

Não quis acreditar por conta do pacto. Eu não entendi como poderia estar cercado militarmente aquela comunidade. Eu cheguei e me deparei com uma situação bastante crítica. Um cerco militar com escudos escrito choque.

Eu quis acessar o comando. Me dirigi até o grupo de soldados, quando cheguei até uns oito metros. E fui advertido que parasse e vi armas em minha direção.

Dei a volta e fiquei a uns vinte metros de distância. E conversando com a população, de repente sem mais nem menos, eu senti um ferimento, eu recebi uma bala na perna esquerda. Procurei me esconder. Esta tropa veio atacando a população.

Eu fiquei por nove horas no bairro. Sofremos ondas de ataque. Haviam cercado o Pinheirinho. Pude perceber ataques cada vez mais prolongados. Jogando bombas. Notícias de senhoras sendo espancadas. Por volta de onze da manhã, tentei acessar o comando da operação.

Voltei fiquei falando com os jornalistas. Fomos chamados por um grupo de oficiais. Eu tentei ir junto, mas fui barrado. Apresentei meu cartão da Presidência da República. Com brasão. Secretaria Nacional. Ele leu e falou que eu não entrava. Ele falou você : você volta e manda sua presidenta falar comigo (murmuros).

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