quinta-feira, 28 de abril de 2011

Da tolerância e da morte

Sanguessugado do Bourdoukan

 

Em sua obra Viagem Religiosa ao Oriente, o presbítero Michou escreveu: “É triste para as nações cristãs que a tolerância religiosa, que é a grande lei da caridade de um povo para com o outro, lhes tenha sido ensinada pelos muçulmanos”.

Talvez isso explique porque o islamismo não para de crescer, alcançando, por enquanto, a cifra de um bilhão e 300 milhões de fiéis.

Hoje o islamismo é também a religião da emancipação e da liberdade. Basta ver o que ocorre nos Estados Unidos. Ali, para enfrentar o racismo, os negros ou afro-americanos precisaram abraçar a fé do Profeta Muhammad ( Maomé ). E de nada tem adiantado a campanha difamatória da mídia ocidental, que hoje lidera a nona cruzada, na tentativa de remeter a humanidade à Idade Média.

Sobre a mídia não há muito o que dizer. Filha dileta da Inquisição, sua arrogância é proporcional ao seu poder que ela usurpou através do tempo.

Essa mídia obedece a governos que vivem da morte e precisam da morte. Regiamente patrocinada batalha para transformar as indústrias bélica e do narcotráfico na oitava economia do Mundo.

Quanto aos seus co-patrocinadores israelenses, cabe a parábola do bem com o mal se paga.

Na Enciclopédia Judaica espanhola está escrito que a época de maior esplendor do judaísmo aconteceu sob os governantes muçulmanos.

Em retribuição a entidade sionista usurpadora e seus esbirros, não satisfeitos com os massacres diários de semitas palestinos, têm como alvo, também preferencial, a destruição da cultura desse povo na vã tentativa de apagar o passado.

Os criminosos precisam entender que é impossível escravizar um povo que não tem medo de morrer.

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